
Medicamentos para DDHA são comprovados como absolutamente inúteis para crianças - mas tem um plus: elas retardam o crescimento
Por David Gutierrez, escritor da equipe NaturalNews
Tradução: José Carlos B Peixoto (site umaoutravisao)
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NaturalNews) Drogas estimulantes como Ritalina não fornece nenhum benefício a longo prazo no tratamento do distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade (DDAH), de acordo com o mais recente do Multimodal Treatment Study of Children with ADHD (MTA) (Estudo de Tratamento de Multimodal de Crianças com DDAH), publicado no Jornal da Academia Americana de Psiquiatria de Crianças e Adolescentes.De acordo com análise prévia de dados do MTA, drogas estimulantes melhoram o funcionamento social e reduz sintomas de desatenção e hiperatividade em crianças com DDAH no primeiro ano de tratamento. Na análise atual, contudo, os pesquisadores acompanharam 485 crianças por oito anos e descobriram que as crianças que permaneceram sob uso desses medicamentos por todo esse período não mostrou nenhuma melhoria nos sintomas adicional àqueles que pararam de tomarem tais drogas.
"Se você colocar uma criança sob ação desse medicamento, ele ou ela está bem naquele momento. A pergunta para pais é: isso vai trazer um benefício a longo prazo para a criança?" O pesquisador William Pelham, da Universidade de Búfalo assegura: "A resposta é não. Os tratamentos comportamentais vão ter um benefício muito melhor a longo prazo."
Outra análise de dados do MTA, publicado no mesmo jornal, verificou que o emprego de drogas para DDAH retardam o crescimento dessas crianças. As crianças que nunca tomaram drogas estimulantes eram em média seis libras mais pesadas e 0.75 polegadas mais altas do que as crianças de mesma idade que tomaram essas drogas por três anos. Esta diferença de altura e de peso era permanente.
De acordo com o Pelham, os tratamentos comportamentais para DDAH poder ser mais difíceis de se serem encontrados do que as drogas, e freqüentemente as seguradoras não dão cobertura para eles. Não obstante, tais tratamentos estão disponíveis e tem sido comprovado serem eficientes não tendo o risco dos efeitos colaterais dos produtos farmacêuticos.
"Está errado um médico dizer para um pai, que como esse tratamento é mais difícil de ser encontrado, opcionalmente nós vamos colocar seu filho sob ação de uma droga que não terá nenhum benefício a longo prazo," ele afirma.
(*) As fontes para esta história incluem: Health.usnews.com.
Artigo original de 09/07/2009