
50 razões para opor-se à fluoretação
por: Paul Connett, Ph.D
6 de março,
2001
Dr. Paul Connett
Professor de Química
Universidade de St. Lawrence, NY 13617
315-229-5853 -
ggvideo@northnet.org
com assistência de :
Michael Connett
Webmaster
Fluoride Action Network
http://www.fluoridealert.org
1
- o fluoreto não é um nutriente essencial. Nenhuma doença jamais foi
ligada a uma deficiência de fluoreto. Os seres humanos podem haver
dentes perfeitamente bons sem o flúor.
2 - a fluoretação não é necessária. Muitos países da Europa não
são fluoretados e experimentaram o mesmo declínio em cárie dental como
nos EUA (veja os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na Europa,
EUA, Nova Zelândia e Austrália no
Apêndice 1).
3 - o papel da fluoretação no declínio da cárie dental está em
sérias dúvidas. A maior pesquisa jamais conduzida nos EUA (mais de
39,000 crianças de 84 comunidades) pelo Instituto Nacional de Pesquisas
Dentais mostrou uma pequena diferença em cáries dentais entre crianças
de comunidades fluoretadas e não fluoretadas. (Hileman,
1989 e
Yiamouyiannis, 1990). Segundo as
estatísticas do NIDR, o estudo encontrou uma diferença média de somente
0,6 DMFS (Superficies Obturadas, Ausentes e Cariadas) nos dentes
permanentes de crianças com idade de 5 a 17 anos residentes em áreas
fluoretadas ou não.(Brunelle e Carlos, 1990). Esta diferença é menos que
uma superfície dental! Existem 128 superfícies dentais na boca das
crianças.
4 - onde a fluoretação foi
descontinuada, em comunidades do
Canadá, antiga Alemanha Oriental, Cuba e Finlândia, a cárie dental não
aumentou mas realmente diminuiu (Maupone et al., 2000 e seppa et al,
2000).
5 - uma das primeiras experiências que ajudou a lançar a
fluoretação aconteceu em Newburgh, NY, em Kingston, NY com a comunidade
de controle. Após 10 anos deste processo (que era metodologicamente
incorreto), se observou que houve uma grande diminuição da cárie dental
nas comunidades fluoretadas comparado com as comunidades não
fluoretadas. Todavia, quando as crianças foram reexaminadas nestas duas
cidades em 1995 (50 anos após o inicio do processo) praticamente não
havia diferença em cáries dentais nas duas comunidades. Se qualquer
coisa, os dentes na não fluoretada Kingston eram levemente melhores
(Kumar e Green 1998).
6 - uma pesquisa atual (por exemplo:
Diesendorf, 1986;
colquhoun, 1997, e de Liefde, 1998)
mostra que o índice de cáries começava a diminuir antes que a
fluoretação fosse introduzida e continuou a diminuir mesmo após que seus
benefícios foram maximizados. Muitos outros fatores influíram na cárie
dental. Estudos na índia (teotia e Teotia, 1994) e Tucson, Arizona
(Steelink, 1992) mostraram que a cárie dental realmente aumenta com o
aumento da concentração de fluoreto na água.
7 - guiando os dental pesquisadores (Levine, 1976; Fejerskov,
Thylstrup e Larsen, 1981; Carlos, 1983; Featherstone, 1987,1999,2000;
Margous Moreno, 1990; Clark, 1993; Burt, 1994; Shellis e Duckworth, 1994
e Limeback, 1999,2000), e os centros para controle e prevenção de
doenças (CDC,1999) então reconhecem que o mecanismo dos benefícios do
flúor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTÊMICO. Assim, você
não tem que engolir o flúor para proteger os dentes. Como os benefícios
do flúor (se existem) são tópicos, e os riscos são sistêmicos, faz mais
sentido, para aqueles que querem tomar os riscos, levar o flúor
diretamente ao dente na forma de creme dental.
Desde que engolir o flúor é desnecessário, não existe razão para forçar
às pessoas (contra as suas vontades) a beber o flúor em seu suprimento
d'água (todas as referencias para “tópico versus benefícios sistêmicos“
são relacionados com um grupo na respectiva secção)
8 - o programa de fluoretação dos EUA não conseguiu alcançar um
de seus objetivo chave, isto é, abaixar o índice de cáries dental
enquanto minimizando a fluorese dental (descoloração do esmalte e
alteração da sua coloração). A meta dos prévios promotores da
fluoretação era limitar a fluorose dental (na sua forma mais suave) a
10% das crianças (NRC, 1993, pp 6-7). O percentual de crianças com a
fluorose dental em áreas de fluoretação optimal subiu de OITO VEZES,
este objetivo. (Williams, 1990; Lalumandier, 1995; Heller, 1997 e
Morgan, 1998). O
York Review estima que mais de 48%
das crianças em áreas de fluoretação optimal teve fluorose dental em
todas as formas e mais de 12,5% em médias ou severas formas (McDonagh,
2000).
9 - a fluorose dental significa que a criança recebeu uma
overdose de fluoreto. Enquanto o mecanismo pelo qual o esmalte é
danificado não é definitivamente conhecido, a fluorose parece que pode
ser um resultado da inibição de enzimas no crescimento dos dentes
(DanBesten, 1999), ou através da interferência do fluoreto com a
glândula tireóide.
10 - o nível de fluoreto colocado na água (1ppm) é 100 vezes mais
alto que o normalmente encontrado no leite materno (0,01 ppm) (Instituto
de Medicina, 1997). Não existem benefícios, somente riscos para crianças
que ingerem este elevado nível de fluoreto numa idade tão precoce. (esta
é uma idade onde a susceptibilidade às toxinas ambientais é
particularmente alto).
11 - o fluoreto é um veneno cumulativo. Somente 50% do fluoreto
que nós ingerimos a cada dia é excretada através dos rins, o restante se
acumula em nossos ossos, na hipófise e outros tecidos. Se os rins são
danificados, o acumulo do fluoreto pode aumentar.
12 - o fluoreto é biologicamente ativo mesmo em baixas
concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogênio que é o
centro da estrutura e funções das proteínas e ácidos nucléicos. Assim, o
fluoreto tem o potencial de disturbar o processo vital no organismo.
13 - o fluoreto inibe as enzimas em testes de laboratório
(Waldbott,1978), nas bactérias da cavidade oral (Featherstone, 2000), no
crescimento dos dentes (Denbesten, 1999), nos ossos (Krook e Minor,
1998) e em outros tecidos (Luke, 1998).
14 - o fluoreto mostrou ser mutagênico, provoca danos
cromossômicos e interfere com as enzimas envolvidas no reparo do DNA,
numa variedade de insecto, cultura de tecidos e em estudos animais
(DHSS, 1991, Mihashi e Tsutsui, 1996).
15 - o fluoreto administrado em altas doses em animais disseminou
a destruição no sistema reprodutivo - tornando o esperma não funcional e
aumentando o índice de infertilidade (Chinov et al, 1995; Kumar e
Susheela, 1994; Chinoy e Narayana, 1994; Chinoy e Sequeira, 1989). Num
recente estudo dos EUA foi encontrado um aumento da taxa de
infertilidade entre mulheres que vivem em áreas com 3 ou mais ppm de
fluoreto na água. Segundo este último estudo, o qual foi publicado no
jornal de toxicologia e saúde ambiental, “muitas regiões mostraram uma
associação de diminuição da TFR (índice total de fertilidade) com o
aumento do nível de fluoreto“ (freni, 1994).
16 - o fluoreto forma complexos com um grande número de metais,
aos quais se incluem metais que são necessários no corpo (como cálcio e
magnésio) e metais (como chumbo e alumínio) que são tóxicos para o nosso
corpo. Isto pode causar uma variedade de problemas. Por exemplo, o
fluoreto interfere com enzimas onde o magnésio é um importante
co-factor, e pode ajudar o aumento de alumínio nos tecidos onde o
alumínio contrariamente não iria.
17 - em ratos que foram alimentados por um ano com 1 ppm de
fluoreto na água bi-destilada e deionizada, usando fluoreto de sódio ou
fluoreto de alumínio, tiveram mudanças morfológicas nos rins e cérebro e
tiveram um aumento no nível de alumínio presente em seus cérebros
(Varner et al, 1998). O alumínio no cérebro é associado com o mal de
Alzheimer.
18 - o fluoreto e o complexo do fluoreto de alumínio interagem
com a G-proteína e assim tem o potencial de interferir com muitos
hormônios e alguns sinais neuroquímicos (Struneka e Patocka, 1999).
19 - o fluoreto de alumínio foi recentemente nominado pela
Agencia de Proteção Ambiental (EPA) e pelo Instituto Nacional de
Ciências e Saúde Ambiental (NIHES) para testes pelo Programa Nacional de
Toxicologia. Segundo o EPA e NIHES, o fluoreto de alumínio atualmente
tem uma “alta prioridade nas pesquisas da saúde“ devido a sua “conhecida
neurotoxicidade“ (BNA, 2000). Se o fluoreto é adicionado na água a qual
contém alumínio, o complexo do fluoreto de alumínio se formará.
20 - a experimentação animal mostra que a exposição ao fluoreto
altera o comportamento mental (Mullenix et al, 1995) em doses pré-natais
os ratos demonstraram um comportamento hiperativo. Nas doses pos-natais
se verificou uma hipoactividade (isto é, baixa atividade ou síndrome da
“batata de sofá“).
21 - os estudos de Jennifer Luke (1997) mostraram que o fluoreto
acumula na glândula hipófise humana a níveis muito elevados. Na sua tese
de Ph.D. Luke também mostrou em estudos animais que o fluoreto reduz a
produção de melatonina e leva a um precoce principio da puberdade.
22 - em três estudos da china mostraram um abaixamento do Q.I. em
crianças associadas com a exposição ao fluoreto (Li et al, 1991) indica
que mesmo em níveis moderados de exposição ao fluoreto (e.g. 0,9 ppm na
água) pode exacerbar os defeitos neurológicos da deficiência de iodo,
que inclui diminuição do Q.I., e retardo mental. (segundo o
CDC, desde 1970, a deficiência de
iodo foi quase quadruplicada nos EUA, com quase 12% da população, até
então, deficiente de iodo.
23 - logo, no sec. 20, o fluoreto foi prescrito por um grande
número de doutores europeus para reduzir a atividade da glândula
tireóide para aqueles que sofriam do hipertireoidismo (tireóide muito
ativa) (Merck index, 1960, p.952; Waldbott, et al, 1978, p.163). com a
fluoretação da água, nós forçamos as pessoas a beber uma medicação
tireoide-depressiva que poderia servir a promover altos níveis de
hipotireoidismo (baixa atividade da tireóide) na população, e todos os
problemas subsequentes relatados dessa desordem. Tais problemas incluem
a depressão, fatiga, ganho de peso, dores nos músculos e articulações,
aumento dos níveis de colesterol e doenças cardíacas.
Convém anotar
que segundo o Dept. de Saúde e Serviços Humanos (1991) a exposição ao
fluoreto em comunidades fluoretadas é estimado de aproximadamente 1,58 a
6,6 mg/dia, que é um índice que realmente sobrepõem a dose (2,3 - 4,5
mg/dia) mostrando uma diminuição do funcionamento da tireóide humana (galletti
e Joyet, 1958). Este é um facto notável, e certamente merece
grande atenção considerando o desenfreado e crescente problema do
hipotireoidismo nos EUA. (em 1999 a segunda droga mais prescrita do ano
foi
Synthroid, que é um hormônio
substituto, droga usada para tratar uma baixa atividade da tireóide).
24 - alguns dos primeiros sintomas da
fluorose esquelética, uma doença
dos ossos e articulações induzida pelo fluoreto que atinge milhões de
pessoas na Índia, China e África,e imita os sintomas das artrites.
Segundo uma revisão sobre a fluoretação feita pelo “jornal da Sociedade
Americana de Química“, por que alguns dos sintomas clínicos imita as
artrites, as primeiras duas fases clinicas da fluorose esquelética
poderiam ser facilmente confundidas com outras doenças. (Hileman,
1988). Partes de alguns estudos foram feitos para determinar
a extensão desta confusão de diagnóstico, e se a alta prevalência de
artrite na América (mais de 42 milhões de Americanos) é relacionada com
a nossa crescente exposição ao fluoreto, que é altamente plausível. As
causas de muitas formas de artrite (e.g.osteoartrites) são
desconhecidas.
25 - em alguns estudos, quando altas doses de fluoreto foram
usadas em experiências no tratamento de pacientes com osteoporose num
esforço para endurecer seus ossos e reduzir os índices de fracturas,
realmente levou a um AUMENTO do número de fracturas nos quadris (Hedlund
e Gallagher, 1989; Riggs et al, 1990).
26 - dezoito estudos (quatro não publicados, incluindo um
abstracto) desde 1990 examinaram a possível relação da fluoretação e um
aumento das fraturas nos quadris entre os idosos. Dez destes estudos
encontraram uma associação, e em oito não. Um estudo encontrou um
aumento relacionado às doses nas fratura dos quadris, quando a
concentração do fluoreto subiu de
1 ppm para 8 ppm (Li et al, 1999, publicado). A fratura dos quadris é um
seríssimo problema para os idosos, como um quarto destes que tem a
fratura dos quadris morrem dentro de um ano da operação, enquanto 50%
nunca recuperam uma existência independente. (todos os 18 estudos são
referidos num grupo na respectiva secção).
27 - um estudo animal (Programa Nacional de Toxicologia, 1990)
mostra a o aumento da osteosarcoma (cancer
dos ossos) relacionado com as doses em ratos machos. O achado
inicial deste estudo foi a “clara evidencia da carcinogenidade“achado
que foi logo degradado conspìcuamente à“evidência equivocal“ (Marcus,
1990). EPA União Profissional dos Quarteis Generais pediu que
o congresso estabelecesse uma revisão independente dos resultados destes
estudos (Hirzy
2000).
28 - dois estudos epidemiológicos mostraram uma possível
associação ( do qual alguns foram desconsiderados: Hoover, 1990 e 1991)
entre osteosarcoma em homens jovens e habitantes em áreas fluoretadas
(Instituto Nacional do Câncer, 1989 e cohn, 1992). Outros estudos não
encontraram esta associação.
29 - a fluoretação é anti-ética porque não estão pedindo aos
indivíduos o consenso informado antes da medicação. Esta é uma prática
standard para toda medicação.
30 - enquanto os plebiscitos são preferenciais para impor as
políticas do governo central, ele leva ainda o problema dos direitos
individuais contra a decisão da maioria. por outro lado, faz um eleitor
ter o direito de requerer que seu vizinho beba um certo medicamento (
mesmo se é contra a vontade do vizinho)?
31 - algumas pessoas apresentam altamente sensíveis ao fluoreto
como mostrado pelos casos estudados e pelos estudos a duplo cego
(Waldbott, 1978 e Moolenburg, 1987). Isto pode relatar a interferência
do fluoreto com seus níveis hormonais incluindo aqueles produzidos pela
sua glândula tireóide. Nós, como uma sociedade, podemos forçar essas
pessoas a beber o fluoreto?
32 - segundo a Agencia para Substancias Tóxicas e Registro de
Doenças (ATSDR,1993) algumas pessoas são particularmente vulneráveis aos
tóxicos efeitos do fluoreto; estas incluem:
idosos, diabéticos e pessoas com baixo funcionamento renal. Ainda,
podemos em boa consciência forçar estas pessoas a ingerir o fluoreto
como uma base diária?
33 - são também vulneráveis aqueles que sofrem de mal-nutrição
(por exemplo, cálcio, magnésio, vitamina C, vitamina D e deficiência de
iodo e proteínas e diétas pobres). Daqueles os mais prováveis que sofrem
de mal-nutrição são os pobres, que é precisamente o povo e que será o
alvo das novas propostas de fluoretação (Saúde
Oral na América, maio 2000). Enquanto um risco elevadíssimo,
famílias pobres são menos capazes de ter recursos para usar medidas de
anulação dos riscos(por exemplo, água mineral em garrafas, ou
equipamento de filtragem).
34 - desde que a decadência dental é mais concentrada em
comunidades pobres, nós deveríamos gastar os nossos esforços tentando
aumentar o acesso à cura dental para as famílias pobres. A real “crise
da saúde oral“ que existe hoje nos EUA, não é uma falta de fluoreto mas
pobreza e falta de um seguro dental.
35 - a fluoretação foi declarada inefectiva para prevenir um dos
mais sérios problemas da saúde oral enfrentados pelas crianças pobres, a
saber, a decadência dos dentes provocada pela mamadeira dos bebês,
contrariamente conhecida como cáries da primeira infância. (Jones,
2000).
36 - uma vez colocado na água é impossível de controlar a dose
que cada indivíduo recebe. Isto é porque algumas pessoas (por exemplo:
os trabalhadores braçais, atletas e diabéticos) bebem mais água que
outras, e porque, nós recebemos o flúor através da água canalizada e
outros da água armazenada em tanques. Outras fontes de fluoreto incluem
alimentos e bebidas processadas com a água fluoretada; produtos dentais
fluoretados, e resíduos de pesticidas nos alimentos.
Como um médico corretamente declarou, “nenhum médico em seus bons sensos
prescreveria para uma pessoa que ele nunca conheceu, cuja historia
medica ele não conhece, uma substancia que pretende criar mudanças
corporais, com o aviso: “tome tanto quanto você quiser, mas você tomará
pelo resto da sua vida porque algumas crianças sofrem de cáries dentais.
Isto é contrário à noção de bom senso“.
37 - apesar do fato que é reconhecido que nos estamos ingerindo
demasiadamente o fluoreto, e apesar do fato que nos estamos muito mais
expostos ao flúor no ano 2000 que em 1945 (quando iniciou a
fluoretação), o nível “optimal da fluoretação é ainda 1 parte por
milhão, o mesmo nível optimal considerado em 1945!
38 - os primeiros estudos conduzidos em 1945-1955 nos EUA, os
quais ajudaram a lançar a fluoretação, foram duramente criticados pela
sua pobre metodologia e pouca escolha das comunidades de controle (De
Stefano, 1954; Sutton 1959, 1960 e 1996). Segundo o
Dr.Hubert Arnold, a estatística da
Universidade da Califórnia em Davis, as primeiras provas de fluoretação
“são especialmente ricas em mentiras, projeto impróprio, uso inválidos
dos métodos de estatística, omissão dos dados contrários e somente
planos confusos e estúpidos“.
39 - o Serviço de Saúde Pública dos EUA foi o primeiro a apoiar a
fluoretação em 1950, antes que uma simples prova fosse completada
(McClure,1970)! Não poderia ser uma coincidência que no mesmo ano apóia
o SSP dos EUA, a Fundação de Pesquisa do açúcar, inc.(apoiado por 130
corporações) que expressou seu objetivo em pesquisas dentais como,
“descobrir os meios efetivos de controle da decadência dental por outros
métodos que restringissem a entrada de carboidratos“ (açúcar).
(Waldbott, 1965, p.131).
40 - o programa de fluoretação foi muito pouco controlado. Nunca
houve uma analise compreensiva do nível de fluoreto nos ossos dos
cidadãos Americanos. As autoridades Americanas da Saúde não tem nenhuma
idéia aproximada dos níveis que causarão sutís ou mesmo sérios danos aos
ossos e articulações!
41 - segundo uma carta recebida pelo deputado de New Jersey,
John Kelly, o FDA (
Food and Drugs Administration) jamais aprovou o suplemento de fluoreto
dado às crianças, que são designados para haver a mesma quantidade de
fluoreto como na água fluoretada.
42 - a química usada para fluoretar a água nos EUA não é a nível
farmacêutico. Ao contrário, eles vem dos sistemas de descarte das
industrias de fertilizantes fosfatados. Estas químicas (90 % das quais
são fluorisilicados de sódio e ácido fluorosilicato), são classificados
como perigosos descartes contaminados com metais tóxicos e uma
quantidade de vestígios de isótopos radioativos. Em recentes testes
feitos pela Fundação Nacional de Saneamento sugere que os níveis de
arsênico nestas químicas são altos
e de interesse significativo.
43 - estes perigosos descartes não foram testados
compreensivelmente. O produto químico normalmente testado em estudos
animais é o fluoreto de sódio a nível farmacêutico, e não o acido
fluorosilicato a nível industrial. A suposição que esta sendo feita é
que com o tempo estes produtos de descarte diluídos, todo o ácido
fluorosilicio poderá ser convertido em íons livres de fluoreto, e os
outros isótopos tóxicos e radiativos serão assim diluídos a eles não
causarão qualquer dano, mesmo com a exposição por toda a vida. Estas
suposições não foram examinadas cuidadosamente pelos cientistas,
independentemente do programa de fluoretação.
44 - estudos feitos por
Masters e Coplan (1999) mostra uma
associação entre o uso do ácido fluorosilicico (e seu sal de sódio) com
a água fluoretada e um elevado aumento de chumbo no sangue das crianças.
45 - o fluoreto de sódio é uma substancia extremamente tóxica -
somente de 3 a 5 gramas, ou aproximadamente uma colher de chá, é
suficiente para matar um ser humano. Tanto crianças (engolindo gels)
quanto adultos (envolvidos acidentalmente por mal-funcionamento do
equipamento de transporte do fluoreto e filtros nas máquinas de diálise)
morreram pelo excesso de exposição.
46 - alguns dos primeiros oponentes da fluoretação foram os
bioquímicos e pelo menos 14 vencedores do prêmio Nobel estão entre os
numerosos cientistas que expressaram suas reservas sobre a prática da
fluoretação (veja a lista no
apêndice 4). O Dr. James Sumner,
que venceu o prêmio Nobel por seu trabalho sobre enzimas químicas, disse
sobre a fluoretação: “devemos ir devagar. Todos nós sabemos que fluorino
e fluoreto são substancias muito venenosas. Nos lhe usamos na química da
enzima para envenenar enzimas, aqueles agentes vitais no corpo. essa é a
razão das coisas envenenadas; porque as enzimas são envenenadas e essa é
a razão pela qual animais e plantas morrem (Connett,2000).
O vencedor do premio Nobel para a medicina do ano 2000 foi o Dr. Arvid
Carlsson da Suécia. O Dr. Carlsson foi um dos principais oponentes da
fluoretação na Suécia. Ele fazia parte do grupo que recomendou ao
governo sueco a rejeitar aquela pratica, que eles fizeram em 1971. em
seu livro “A questão fluoreto: Panacéia ou veneno“ Anne-lise Gotzsche
citou Carlsson como a seguir: “não é vantajoso ocultar o fato que é uma
questão de aplicar uma substancia farmacologicamente ativa para uma
inteira população“ (p.69).
47 - a
União representativa dos cientistas
no quartel general do EPA (Agencia de Proteção Ambiental) dos EUA em
Washington está no registro como opositores a fluoretação da água
(Hirzy, 1999) e rejeita a aprovação do EPA do uso dos perigosos resíduos
industriais produzidos para fluoretar o suprimento de água publica.
48 - muitos cientistas, doutores e dentistas que se expressaram
publicamente sobre este problema, foram sujeitos a censura e intimidação
(Martin 1991). Tácticas como esta não seriam necessárias se estes
promotores da fluoretação houvessem uma segura base científica.
49 - os promotores da fluoretação recusam de reconhecer que existe
qualquer debate científico sobre este problema, apesar dos interesses
listados acima e a revisão objetiva das controvérsias (Hileman,
1988). O Dr. Michael Easley, um dos maiores proponentes
vocais, foi para dizer que não existe debate legítimo, qualquer que
seja, referente a fluoretação. Segundo Easley, quem trabalha próximo ao
CDC e ADA, “os debates dão a ilusão que uma controvérsia científica
existe quando uma pessoa sem crédito apóia a visão da fluorofobia“.
Easley acrescenta que
“o maior flagrande do abuso da confiança pública ocasionalmente ocorre
quando um médico ou um dentista, por uma qualquer razão pessoal, usa sua
importância profissional na comunidade para argumentar contra a
fluoretação, uma clara violação da ética profissional, o principio da
ciência e padrões da prática comunitária“ (Easley, 1999).
Os comentários como estes dirigiram o sócio diretor técnico para União
de Consumidores, Dr. Edward Groth, a concluir que “a posição política
pro-fluoretação desenvolveu numa dogmática, autoritária, postura
essencialmente anti-científica, um dissuasivo debate de problemas
científicos“ (Martin, 1991).
50 - quando vier as controvérsias que acercam os produtos
químicos, investindo os interesses tradicionais faça o seu melhor para
descontar estudos animais e não dê importância aos achados
epidemiológicos. No passado as pressões políticas levaram as agencias
governativas a arrastar seus pés sobre a regulamentação de asbestos,
benzene, DDT, PCBs, chumbo tetraetileno, tabaco e dioxinas. Com a
fluoretação nós tivemos 50 anos de atraso. Infelizmente, porque os
governos oficiais colocaram muitas das nossas credibilidades na linha de
defesa da fluoretação, e por causa das enormes conseqüências que nos
esperam às escondidas, se admite que a fluoretação causou um aumento nas
fraturas dos quadris, artrites, câncer dos ossos, desordens cerebrais ou
problemas na tireóide, será muito difícil para eles falar honestamente e
abertamente sobre o problema mas eles poderiam, não somente proteger
milhões de pessoas do desnecessário perigo, mas proteger a noção que, em
seu âmago, a política da saúde pública poderia basear-se na ciência sã,
e não na pressão política. Eles tem uma ferramenta com a qual fazem
isto: é chamado o principio precaucionário. Simplesmente por, isto
dizer: se em dúvida deixe-o de fora. Isto é o que muitos países europeus
fizeram, e os dentes de suas crianças não sofrerão, enquanto suas
confianças públicas foram fortalecidas.
É como uma questão de um jogo de Kafka. Quanta dúvida é necessária em
somente um dos interesses da saúde identificada acima, para anular um
benefício, que quando é identificado na maior pesquisa jamais conduzida
nos EUA, equivale a menos que uma superfície de um dente na boca de uma
criança? (entre 128). Para aqueles que poderiam pedir estudos
suplementares nós dizemos bom. Mas primeiro tire o flúor da água, e
então, conduza todos os estudos que você quiser. Esta loucura deve
acabar sem mais demora.
APÊNDICE 1
- Dados da Organização Mundial da Saúde
Tabela: Situação DMFT (Decadentes, Faltosos e
Dentes obturados) para a faixa etária de 12 anos. Organizada por país.
|
pais |
DMFTs |
ano |
situação |
|
Austrália |
0,8 |
1998 |
fluoretado |
|
Zurique -Suíça |
0.8 |
1998 |
não-fluoretado |
|
Holanda |
0,9 |
1992-93 |
não-Fluoretado |
|
Suécia |
0,9 |
1999 |
não-Fluoretado |
|
Dinamarca |
0,9 |
2001 |
não-fluoretado |
|
Reino Unido |
1,1 |
1996-97 |
10% fluoretado |
|
Irlanda |
1,1 |
1997 |
fluoretado |
|
Finlândia |
1,1 |
1997 |
não-fluoretado |
|
E.U.A. |
1,4 |
1988-91 |
fluoretado |
|
Noruega |
1,5 |
1998 |
não-fluoretado |
|
Islândia |
1,5 |
1996 |
não-fluoretado |
|
Nova Zelândia |
1,5 |
1993 |
fluoretado |
|
Bélgica |
1,6 |
1998 |
não-fluoretado |
|
Alemanha |
1,7 |
1997 |
não-fluoretado |
|
Áustria |
1,7 |
1997 |
não-fluoretado |
|
França |
1,9 |
1998 |
não-fluoretado |
Dados da: O.M.S Saúde Oral por país/área perfil do programa de
vigilância do departamento de doenças não comunicáveis/Centro de
Colaboração da Saúde Oral da O.M.S., Universidade de Malmö - Suécia.
http://www.whocollab.od.mah.se/euro.html
APÊNDICE 2
Declaração sobre a fluoretação pelos governos oficiais de vários
países:
Alemanha
“Geralmente, na Alemanha a fluoretação da água potável e proibida. A
relevante lei Alemã permite excessões para a proibição da aplicação da
fluoretação. A argumentação do Ministério Federal da Saúde contra uma
geral permissão de fluoretação da água potável é a natural problemática
da medicação compulsória“. (Gerda Hankel-Khan, Embaixada da República
Federal da Alemanha, 16/Setembro/1999).
França
“ Químicas do fluoreto não são incluídas na lista ( dos tratamentos
químicos da água potável). Isto é devido à ética assim como as
considerações médicas“. (Loius Sanchez, Direteur de la Protection de
l'environment, 25 de Agosto de 2000).
www.fluoridealert.org/france.jpeg
Bélgica
“ Este tratamento da água nunca foi usado na Bélgica e nunca será
(esperamos) no futuro. A razão principal para isto é a posição
fundamental do sector da água potável que isto não é uma tarefa para
levar tratamento medicinal às pessoas. Isto é de única responsabilidade
dos serviços de saúde.“ (Chr.Legros, Directeur, Belgaqua, bruxeles,
Bélgica, 28/Fevereiro/2000).
www.fluoridation.com/c-belgium.htm
Luxemburgo:
“O fluoreto nunca foi adicionado ao suprimento de água pública em
Luxemburgo. Em nosso parecer, a água potável não é o meio conveniente
para o tratamento medicinal e as pessoas que necessitam de uma adição de
fluoreto podem decidir elas mesmas em usar os meios mais apropriados,
como a ingestão de tabletes de fluoreto, para cobrir suas necessidades
(diárias).“ (Jean-Marie RIES, Head, Departamento de Água, Administration
De L'environment, 3/Maio/2000).
Finlândia
“Nós não favorecemos ou recomendamos a fluoretação da água potável.
Existem meios muito melhores de proporcionar a fluoretação que nossos
dentes necessitam.“ (Paavo Poteri, Vice Diretor de Administração, água
de Helsique, Finlândia, 7/Fevereiro/2000).
“A fluoretação artificial dos suprimentos de água potável foi feita
somente numa cidade, Kuopio, situada na parte oriental da Finlândia e
com uma população de aproximadamente 80,000 pessoas (1,6% da população
Finlandesa). A fluoretação começou em 1959 e terminou em 1992 como um
resultado da resistência da população local. A opinião mais usada para a
resistência apresentada neste contexto eram os direitos dos indivíduos
de beber água sem aditivos químicos usados para a medicação de limitados
grupos da população. Um conceito de “alimentação à força“ foi também
mencionado.
Beber água fluoretada não é proibido na Finlândia mas nenhum município
voltou atrás para ser disposto a praticá-la. Os fornecedores de água,
naturalmente, sempre foram contra as doses químicas do fluoreto na
água“. (Leena Hiisvirta, M.Sc., Engenheiro Chefe, do Ministério de
Assuntos Sociais e Saúde, Finlandia, 12/Janeiro/1996.)
Dinamarca
“nós somos gratos em informar-lhes que segundo o Ministério Dinamarquês
de Ambiente e Energia, fluoretos tóxicos nunca foram adicionados no
suprimento de água pública. Consequentemente, nenhuma cidade
dinamarquesa jamais foi fluoretada.“ (Klaus Werner, Embaixada Real
Dinamarquesa, Washington DC 22/Dezembro/1999).
www.fluoridation.com/c-denmark.htm
Noruega
“na Noruega nós tivemos uma conversa bastante intensa sobre este
argumento a 20 anos atrás, e a conclusão foi que a água potável não deve
ser fluoretada.“ (Truls Krogh & Toril Hofshagen, Folkehelsa Statens
Institutt for Folkeheise (Instituto Nacional de Saúde Pública) Oslo,
Noruega, 1/Março/2000).
www.fluoridation.com/c-norway.htm
Suécia
“a fluoretação da água potável na Suécia não é permitida... Nova
documentação científica ou mudanças na situação da saúde dental que
poderiam alterar as conclusões da Comissão não foram mostradas.“ (Gunnar
Guzikowski, Inspetor Chefe Governamental, Livsmedels Verket
--Administração Nacional dos Alimentos Divisão de Água Potável, Suecia,
28/Fevereiro/2000).
www.fluoridation.com/c-sweden.htm
Holanda
“Do final dos anos 60 até o inicio dos anos 70 a água potável em vários
lugares da Holanda foi fluoretada para prevenir cáries. Entretanto, em
seu julgamento de 22 Junho de 1973 no caso nº 10683 (Budeding and co.
contra a cidade de Amsterdan) a Suprema Corte (Hoge Road) determinou que
não havia uma base legal para a fluoretação. Após aquele julgamento, uma
emenda ao acto do suprimento da água foi preparado para proporcionar uma
base legal para a fluoretação. Durante o processo tornou-se claro que
não havia apoio parlamentar suficiente para este emendamento e a
proposta foi retirada.“ (Wilfred Reinhold, Conselheiro Legal, Directoria
de Água Potável, Holanda, 15/Janeiro/2000).
www.fluoridation.com/c-netherlands.htm
Irlanda do Norte
“O suprimento d'água da Irlanda do Norte nunca foi artificialmente
fluoretado exceto em 2 pequenas localidades onde o fluoreto foi
adicionado na água por cerca 30 anos até o ano passado. A fluoretação
cessou nestas localidades por razões operacionais. Desta vez não existem
planos para começar a fluoretação dos suprimentos d'água na Irlanda do
Norte.“ (C.J, Grimes, Departamento para Desenvolvimento Regional,
Belfast, 6/Novembro/2000).
Áustria:
“O fluoreto tóxico nunca foi adicionado no suprimento de água Pública na
Áustria.“ (M.Eisenhut, Chefe do Dept. de Água, Osterreichische
Yereinigung fur das Gas-und Wasserfach Schubertring 14, A-1015 Wien,
Austria, 17/Fevereiro/2000).
www.fluoridation.com/c-austria.htm
República Tcheca
“desde 1993, a água potável não foi tratada com o fluoreto nos
suprimentos de água pública por toda República Tcheca. Embora a
fluoretação da água potável não foi realmente eliminada e não é sob
consideração porque esta forma de suplementação é considerada:
· Anti-econômica (somente 0,54% da água conveniente para beber é usada como tal; o restante e usado para a higiene etc. Além do mais, um crescente número de consumidores (particularmente crianças) estão usando água engarrafada para beber (água subterrânea usualmente com flúor).
· Anti-ecológica (carregamento ambiental por substancias desconhecidas)
· Anti-ético (“medicação forçada“)
· Toxicologicamente e fisiologicamente discutível (a fluoretação representa uma forma desguarnecida de suplementação que negligencia o real consumo individual e a real necessidade de consumo e pode levar a um excessivo risco para a saúde em certos grupos da população; e a formação de compostos do flúor na água em formas não biologicamente ativas. (Dr. B. Havlik, Ministerstvo Zdravotnictvi Ceske Republiky, October 14, 1999).
APÊNDICE 3
Declaração de Douglas Carnall, Editor Associado do The British
Medical Journal, Publicada no BMJ Website (http://bmj.com)
no dia em que eles publicaram no York Review sobre Fluoretação.
Veja também esta revisão em
http://bmj.bmjjournals.com/cgi/content/full/321/7265/904/a
British Medical Journal
7/Outubro/2000
Revisões
Website da semana
A FLUORETAÇÃO DA ÁGUA
A fluoretação foi um tema discutível até antes das acusas de Ripper,
comandante da Base num filme de Kubrick contra “a conspiração
internacional dos comunistas para esgotar e impurificar todos os nossos
preciosos fluidos vitais“ filme de 1964 Dr. Estranho amor. Este BMJ da
semana não deve precipitar-se num holocausto global, mas parece que o
comandante da base Ripper pode ter sido a ponta. A revisão sistemática
publicada esta semana (p 855) mostra que muitas das evidencias para a
fluoretação foram derivadas da baixa qualidade dos estudos, que em seus
benefícios podem ter sido exagerados, e que a relação risco-benefício
para o desenvolvimento dos comuns efeitos colaterais(fluorose dental, ou
mancha dos dentes) é bastante alto.
Materiais suplementares são disponíveis no website do BMJ e naquele dos
Autores da Revisão, aumentando a validade das conclusões através da
transparência do processo. Por exemplo, a página das “perguntas
frequentemente feitas“ deste website
explica quem abrangeu o painel consultivo e como eles foram escolhidos
(balanceado para incluir quem é contra e à favor, assim como os
neutros“), e o site inclui os pormenores de seus encontros. Você pode
ainda haver todas as 279 referencias no formato Word 97, e tabelas de
dados em PDF. Tal transparência e admirável e pode somente encorajar a
racionalidade do debate.
Os profissionais que propõem medidas preventivas compulsórias para uma
inteira população tem um peso diferente de responsabilidade nos seus
ombros que aqueles que respondem às petições individuais de ajuda.
Previamente neutro neste tema, eu estou convencido pelos argumentos
daqueles que desejam receber o fluoreto (como eu) receberia melhor do
creme dental que dos suprimentos de água (veja
www.derweb.co.uk/bfs/index.html e
www.npwa.freeserve.co.uk/index.htm
para os dois pontos de vista).
Douglas Carnall
Editor Associado
British Medical Journal
APÊNDICE 4
Lista de 14 vencedores do Prêmio Nobel que se opuseram ou expressaram
reservas sobre a fluoretação.
1. Adolf Butenandt (quimica, 1939)
2. Arvid Carlsson (Medicina. 2000)
3. Hans von Euler-Chelpin (quimica, 1929)
4. Walter Rudolf Hess (medicina, 1949)
5. Corneille Jean-François Heymans (medicina, 1938)
6. Sir Cyril Norman Hinshelwood (quimica. 1956)
7. Joshua Lederberg (medicina, 1958)
8. William P. Murphy (medicina, 1934)
9. Giulio Natta (quimica, 1963)
10. Sir Robert Robinson (quimica, 1947)
11. Nikolai Semenov (quimica, 1956)
12. James B.Sumner (quimica, 1946)
13. Hugo Theorell (medicina, 1955)
14. Arturi Virtanen (quimica, 1945)
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OS 19 ESTUDOS SOBRE A POSSÍVEL ASSOCIAÇÃO ENTRE FRATURA DOS QUADRIS E A ÁGUA FLUORETADA.
a) Estudos que relatam uma associação entre água fluoretada (1ppm
fluoride) & fractura nos quadris.
1a) Cooper C. et al. (1990). Water fluoride concentration and fracture
of the proximal femur. J Epidemiol Community Health 44:17-19.
1b) Cooper C, et al. (1991). Water fluoridation and hip fracture. JAMA
266:513-514 (lettrer, a reanalysis of data presented in 1990 paper).
2) Danielson C, et al. (1992). Hip fractures and fluoridation in Utah's
elderly population. Journal of the American Medical Association
268(6):746-748.
3) Hegmann KT, et al. (2000). The Effects of Fluoridation on
Degenerative Joint Disease (DJD) and Hip Fractures. Abstract#71, of the
33rd Annual Meeting of the Society For Epidemiological research, June
15-17, 2000. Published in a Supplement of Am. J.Epid. P. S18.
4) Jacobsen SJ, et al. (1992). The association between water fluoridaton
and hip fracture among white women and men aged 65 years older; a
national ecologic study. “Annals of Epidemiology 2:617-626.
5) Jacobsen SJ, et al. (1990). Regional variation in the incidence of
hip fracture: US white women aged 65 years and olders. J Am Med Assoc
264(4)500-2.
6a) Jacqmim-Gadda H, et al. (1995). Fluorine concentration in drinking
water and fractures in the elderly. JAMA 273:775-776 (letter).
6b) Jacqmim-Gadda H, et al. (1998). Risk factors for fractures in the
elderly. Epidemiology 9(4):417-423. (An elaboration of the 1995 study
referred to in the JAMA letter).
7) Keller C. (1991) Fluoride in drinking water. Unpublished results.
Discussed in Gordon, S.L. and Corbin, S.B. (1992) Summary of Workshop on
Drinking Water Fluoride Influence on hip Fracture on Bone Health.
Osteopçorosis Int. 2, 109-117.
8) Kurtio PN, et al. (1999). Exposure to natural fluoride in well water
and hip fracture: A cohort analysis in finland. American Journal of
Epidemiology 150(8):817-824.
9) May DS, Wilson MG. (1992). Hip fractures in relation to water
fluoridation: an ecologic analysis. Unpublished data, discussed in
Gordon SL, and Corbin SB. (1992). Summary of Workshop on Drinking Water
Fluoride Influence on Hip Fracture on Bone Health. Osteoporosis Int.
2:109-117.
b) Estudos que relacionam uma associação entre altos níveis de
fluoreto da água fluoretada (2 a 4 ppm) & fractura nos quadris.
Li Y, et al. (2001). Effect of long-term exposure to fluoride in
drinking water on risks of bone fractures. J Bone Miner Res.
16(5):932-9.
Sowers M, et al. (1991). A prospective study of bone mineral content and
fracture in communities with differential fluoride exposure. American
Journal of Epidemiology 133:649-660.
C) Estudos que Não relatam uma associação entre a água fluoretada e
fraturas nos quadris:
(se nota que em 4 deste 8 estudos, uma associação foi realmente
encontrada entre o fluoreto e algumas formas de fractura no antebraço,
pulso, e quadris. Veja as notas e citações abaixo.)
Cauley J. et al. (1995). Effects of fluoridated drinking water on bone
mass and fractures: the study of osteoporotic fractures. J Bone Min Res
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Feskanich D, et al. (1998). Use of toenail fluoride levels as an
indicator for the risk of hip and forearm fractures in women.
Epidemiology 9(4):412-6.
Enquanto
neste estudo não foi encontrado uma associação entre a
água fluoretada e fracturas nos quadris, se encontrou uma associação
-embora não significante 1,6 (0.8 - 3.1) - entre a exposição ao fluoreto
e elevados índices de fracturas do antebraço.
Hillier S, et
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UK: a case control study. The Lancet 335:265-2690.
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Karagas MR, et al. (1996). Patterns of Fracture among the United States
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Como com Feskanich (1998) este estudo nao achou uma associação entre
fluoretação & fractura de quadril, mas achou uma associação entre
fluoretação e fratura de antebraço, assim como fratura de úmero.
“Independente de efeitos geográficos, homens em áreas fluoretadas
tiveram índices modestamente mais altos de fraturas do antebraço,úmero
que homens em áreas não fluoretadas.“
Lehmann R, et
al. (1998). Drinking Water Fluoridation: Bone Mineral Density and Hip
Fracture Incidence. Bone, 22,273-278.
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Como com Feskanich (1998) e Karagas (1996), este estudo nao achou uma associação entre água fluoretada & fractura de quadril , mas achou uma associação entre água fluoretada e outros tipos de fractura - neste caso , fractura de pulso. "Havia uma tendência não significativa em direção a um elevado risco de fractura de pulso."
Suarez-Almazor
M, et al. (1993). The fluoridation of drinking water and hip fracture
hospitalization rates in two Canadian Communities. AmJ Public Health
83:689-693.
Enquanto os autores deste estudo concluem que não há nenhuma associação
entre fluoretação e fratura de quadril, seus próprios dados revelam um
aumento estatístico significativo em fratura de quadril para homens que
vivem em áreas fluoretadas. De acordo com os autores, "embora um aumento
estatístico significativo em risco de fratura de quadril foi observado
que entre homens de Edmonton, este aumento era relativamente pequeno."
(RR=1.12."
REFERÊNCIAS PARA TÓPICOS CONTRA EFEITOS SISTÊMICOS DO FLUORETO
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